O futuro dos Institutos Federais: mão de obra técnica, inovação, solução tecnológica

O futuro dos Institutos Federais: mão de obra técnica, inovação, solução tecnológica

No vídeo, Robson de Castro Ferreira (professor e ex-Diretor Geral do IFMG/Campus Formiga durante dois mandatos), responde à questão sobre o futuro dos Institutos Federais. Para ele, os Institutos ainda são preteridos, sobretudo em comparação às universidades, mas, salienta que a “inovação tecnológica” ofertada pelos Institutos será fundamental para a retomada do crescimento do país. Portanto, mostrar a produção dos Institutos, sua atividade, é fundamental no sentido de quebrar com a falsa ideia de que tudo que vem do setor público é ruim e ineficiente. É preciso lutar contra essa ideia, até para não sermos vistos como algo que não é necessário. Mas, de acordo com Robson Ferreira, o futuro do IFMG tem de tudo para ser promissor, sobretudo se a instituição se mantiver unida, porque temos “uma massa crítica de primeira”. O Polo de Inovação, por exemplo, pode ser ocupado por pessoas de diferentes campus, trabalhando juntos. Trabalhar juntos (universalidade) como princípio: criar redes de conexão, redes de projetos, redes de pesquisas, redes de ensino. O IFMG é heterogêneo, seja pelas regiões, seja pelos campus, mas podemos trabalhar juntos e de maneira igualitária, equalizada. Dessa forma, ele vê o futuro com bons olhos, apesar dos riscos, e basta olhar para a Reitoria, símbolo de referência da instituição, “para entender que somos um, o Instituto Federal de Minas Gerais”. O Brasil precisa disso, mão de obra técnica, inovação tecnológica, solução, destaca Robson Ferreira.